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Antoni Gaudí


Antoni Gaudí, arquiteto catalão nascido no ano de 1852, é principalmente conhecido por suas obras de arquitetura, mas Gaudí foi também um moderno designer de móveis. Com sua linguagem e estilo muito próprios desenvolveu uma série de móveis para colocar dentro de suas obras mais conhecidas. A evolução técnica e teórica de Gaudí está relacionada com um homem industrial de Barcelona, de nome Güell, e que protegeu Antoni Gaudí da opinião pública adversa daquele tempo. Suas obras fugiam da norma da altura e Gaudí não se esforçou nunca para não ser polêmico. Foi na casa desse industrial que Gaudí tomou contato com a Arte Nova e que veio a exercer influência sobre o que o artista viria a fazer no futuro. Antes dessa influência, o design desenvolvido por Gaudí era eclético e um pouco frio, com influências do neogótico bem visíveis. O mobiliário que criou para o projeto da Capela-Panteão de Sobrellano é um exemplo claro disto em suas três componentes: a utilização do veludo vermelho simbolizando o poder e o conforto luxuoso; o metal usado na estrutura que é visível nos pés do móvel e que é reflexo do poder da Metalúrgica do séc. XIX; e a utilização da madeira encerada, com decoração meticulosa em relevo. Já trabalhando para o industrial Güell, Gaudí se liberta e se descobre, assim, começa utilizando formas orgânicas e naturais. Para a mobília que foi colocada na Casa Calvet, não deixa de aparecer o luxo, mas de uma maneira muito mais sutil. Na chaise-longue de 1889, Gaudí volta a utilizar a madeira, o ferro e o veludo, mas agora é o próprio desenho do móvel que o torna rico. É também por esta altura que Antoni Gaudí começa valorizando o poder da iluminação, e que virá a ser um fator muito importante na sua famosa obra inacabada, a Sagrada Família.