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Futurismo


O Futurismo na arte e também no design de mobiliário tornou-se possível devido aos avanços tecnológicos e a liberdade de expressão dos anos sessenta. No plano da Arte, o que estava dando o quê falar era a Pop-Art, com Warhol e Lichtenstein empregando toda a sua criatividade colorida e irreverente. O design de móveis não ficou atrás em extravagância, o Futurismo apresentou nomes de designers como Verner Panton, influenciado pela Escola Russa e pioneiro na utilização de polímeros e plásticos em móveis conceituais. Este designer trabalhava já com plásticos, poliuretano, espuma e ligas metálicas. À época, o futurismo já era considerado design moderno, o curioso é que hoje em dia vemos peças deste movimento artístico inseridas na decoração moderna, ou seja, o nome do movimento condiz, de fato, com o que pretende apresentar. Porém, como isto é possível? As formas arredondadas e aerodinâmicas, cores que lembram materiais metálicos e tonalidades lisas conferem ao Futurismo um lugar de destaque na decoração atual. O Futurismo se caracteriza ainda pelo lado lúdico inerentes às peças, pelas cores vibrantes, pela elegância e pelo dinamismo da construção. No caso da cadeira Panton de Verner Panton, produzida em parceria pela Vitra e pela Bayer Leverkusen, ela é feita em um molde só utilizando espuma de alta resistência. Uma outra cadeira de destaque relacionada com o Futurismo é a cadeira tulipa de Eero Saarinen, produzida em Nova Iorque pela Knoll Associates Inc. Cadeira de linhas elegantes e orgânicas, ela usava o poliester reforçado com fibra de vidro no assento e alumínio fundido e brilhante no pé do móvel. Mais uma vez, a ideia foi a criação de uma cadeira que funcionasse como se fosse uma peça só, facilitanto a produção industrial e barateando o produto. Outra cadeira com o mesmo objetivo era a M400 de Roger Tallon, produzida pela Éditions Lacloche de Paris. O design de móveis futurista não foi moda passageira, a cadeira tulipa, por exemplo, continua sendo produzida nos dias de hoje!